sábado, 7 de março de 2020
Doutor, preciso aumentar minha imunidade. O que devo fazer? Alimentação adequada e balanceada, hidratação e proteção da pele com protetor solar são formas simples de preservar a integridade Carlos Starling Infectologista, Especialista em Medicina Preventiva, Mestre em Medicina, Professor de Medicina da FASEH, Diretor da Sociedade Mineira de Infectologia 07/03/2020 06:00 FACEBOOK TWITTER silviarita/Pixabay (foto: silviarita/Pixabay ) Certamente, esta é uma das perguntas que mais frequentes em consultórios médicos, principalmente em momentos que precedem surtos e epidemias. A resposta geralmente é óbvia, mas como já discutimos aqui mesmo, em coluna anterior, a espécie humana não é muito de fazer o óbvio. Arranjamos dezenas de justificativas para nossos exageros e displicências, adiando decisões que sabemos que cedo ou tarde teremos que tomar, ou não... saiba mais Além da vitamina C, veja outros nutrientes que ajudam a aumentar a imunidade no inverno Cientistas detectam mecanismo para evitar infecções por lentes de contato Infecções respiratórias e de ouvido na infância propiciam a obesidade Estudos sugerem que alguns quadros de alteração do humor são causados por infecções virais Com muita frequência, pacientes chegam em consultórios médicos com dezenas de exames solicitados por diferentes profissionais, sacolas de complexos vitamínicos e de medicamentos teoricamente voltados à melhoria da imunidade, refletindo um estado de absoluta insegurança diante de seus problemas do dia a dia, ou de sintomas os quais não consegue expressar com clareza. Em momentos como o que estamos vivendo agora, na iminência de uma epidemia por um novo vírus, essa insegurança aumenta. Por outro lado, o médico pressionado pela demanda crescente por produtividade, acaba por não estabelecer uma relação com o paciente que lhe permita de fato assisti-lo. Lembro aqui que o pilar fundamental da assistência médica é a relação médico-paciente. Se uma relação de absoluta confiança e reciprocidade não se estabelece, não espere resultados satisfatórios. O mundo apressado e líquido em que vivemos caminha em direção oposta à interação humana e sagrada do encontro médico-paciente. O debate que presenciamos atualmente sobre telemedicina vem no sentido de preservar essa interação, sem se vender aos interesses econômicos de uma assistência impessoal e robotizada, aos moldes de um telemarketing. Para entender o que nos torna vulneráveis a doenças infecciosas, temos que compreender como funcionam nossos mecanismos de defesa. O termo imunidade é derivado da palavra em latim immunitas, que se referia à isenção de vários deveres cívicos e de processos legais oferecida aos senadores romanos durante seus mandatos. Historicamente, imunidade significa proteção contra doença, mais especificamente, contra doenças infecciosas. As células e moléculas responsáveis pela imunidade constituem o sistema imune. A sua resposta coletiva e coordenada à introdução de substâncias estranhas é a resposta imune. Sabemos, hoje, que muito dos mecanismos de resistência às infecções estão envolvidos na resposta do indivíduo a substâncias estranhas não infecciosas. Além disso, os mesmos mecanismos que normalmente nos protegem contra infecções e eliminam substâncias estranhas são, em algumas situações, eles próprios, capazes de causar lesões aos nossos tecidos e órgãos. Trata-se do que podemos chamar de “fogo amigo”, por vezes tão letal quanto o próprio microrganismo causador do processo infeccioso. Os historiadores creditam a Thucydides, em Atenas, durante o quinto século a.C., ter sido o primeiro a mencionar imunidade em relação a uma infecção a qual ele chamou de peste. O conceito de imunidade pode ser ainda mais antigo, conforme sugerido pelo costume chinês de fazer as crianças inalarem pós feitos com crostas de lesões cutâneas de pacientes que se recuperavam de varíola. A imunologia em sua forma moderna é uma ciência, pela qual as explicações dos fenômenos se baseiam nela e nas conclusões tiradas dela. A evolução da imunologia como disciplina experimental tem dependido da nossa capacidade de entender e manipular a função do sistema imune sob condições controladas. Historicamente, o primeiro exemplo claro disso e que persiste entre os mais marcantes jamais registrados, foi a vacinação bem-sucedida contra varíola, feita por Edward Jenner no século 18. Jenner, médico inglês, observou que os ordenhadores que se recuperavam da varíola bovina jamais contraiam as formas mais graves dessa doença. Com base nesta observação, ele injetou o material de uma pústula de varíola bovina no braço de um menino de 8 anos. Quando o menino, mais tarde, foi intencionalmente inoculado com varíola, a doença não se desenvolveu. O Tratado de Jenner sobre vacinação (do latim vaccinus, que vem das vacas), foi um marco histórico publicado em 1798. O livro introduziu a aceitação generalizada deste método para produzir imunidade a doenças infecciosas. Um testemunho eloquente quanto a importância e o progresso da imunologia foi o anúncio feito pela Organização Mundial de Saúde, em 1980, de que a varíola era a primeira doença infecciosa erradicada em todo o mundo por um programa de vacinação. Nos últimos 30 anos, houve uma notável transformação dos nossos conhecimentos sobre o sistema imune e suas funções. Avanços nas técnicas de cultura celular, no entendimento do DNA recombinante e na bioquímica das proteínas, transformaram a imunologia de uma ciência em grande parte descritiva, em uma ciência onde os fenômenos imunes diversos podem ser unidos e coerentemente explicados em termos estruturais e bioquímicos precisos. Possuímos dois tipos de imunidade: inata e adquirida A imunidade inata, também chamada natural ou nativa, é um bem que a genética e a evolução da nossa espécie nos proporcionaram. Nascemos com ela e por isto conseguimos sobreviver ao encontrarmos os primeiros microrganismos que nos colonizam ao nascermos. A imunidade inata representa a linha avançada de defesa contra micróbios. Os principais componentes da imunidade inata são: barreiras físicas e químicas, tais como os epitélios e a substâncias antimicrobianas produzidas na superfície das células epiteliais; as proteínas sanguíneas, incluindo membros do sistema do complemento e outros mediadores da inflamação; células responsáveis por eliminar microrganismos e células defeituosas(neutrófilos e macrófagos) e até mesmo as bactérias que colonizam a nossa pele e mucosas intestinais fazem parte de nossa imunidade natural. A capacidade dos micróbios de romper com essa primeira linha de defesa é conhecido como virulência ou capacidade de resistir aos mecanismos de imunidade inata. Em contraste com a imunidade inata, existem mecanismos de defesa mais evoluídos, que são estimulados pela exposição aos agentes infecciosos e aumentam a magnitude e capacidade defensiva em cada sucessiva exposição a um determinado micróbio. Uma vez que essa forma de imunidade evolui como uma resposta a infecção, é chamada de imunidade adquirida. As características desta modalidade são: notável especificidade para distintas moléculas; a especialização, capacitando-as a responder de modo particular aos vários tipos de micróbios; e sua capacidade para lembrar de responder mas vigorosamente as repetidas exposições ao mesmo micróbios. Em razão dessa capacidade de distinguir entre diferentes micróbios, é também chamada de imunidade específica. Os componentes da imunidade específica são os linfócitos e seus produtos, os anticorpos. A substâncias estranhas que induzem respostas imunes específicas ou são os alvos dessas respostas são chamados antígenos. Os mecanismos da resposta imune, tanto inata quanto específica, constituem um sistema integrado de defesa do hospedeiro, no qual numerosas células e moléculas funcionam cooperativamente. A imunidade inata não só proporciona a defesa inicial contra os micróbios, como também exerce vários papéis importantes na indução das respostas imunes específicas. Para o adequado funcionamento do nosso sistema imune, tanto natural quanto o específico, uma série de condições e substâncias são fundamentais. A glicose, por exemplo, é uma das substâncias fundamentais para o adequado funcionamento das células que nos defendem. Entretanto, a glicose tem que entrar nas células para se transformar em energia. Para que isto aconteça, é necessário que uma substância, conhecida com insulina, produzida pelo pâncreas, promova a entrada da glicose para o interior das células. Pessoas diabéticas não têm níveis adequados de insulina para que as células funcionem de forma adequada. Desta maneira, podemos entender o motivo pelo qual diabéticos são mais propensos a desenvolver infecções. Para pacientes portadores dessa doença, uma das principais recomendações para melhorar a imunidade é controlar os níveis de glicose no sangue. Pacientes diabéticos bem controlados respondem muito bem a agressões infecciosas. Portanto, uma das principais maneiras de mantermos a o nosso sistema imunológico funcionando de maneira adequada é preservando as nossas barreiras naturais e fortalecendo a imunidade adquirida. Preservar a imunidade natural significa evitar o que agride as nossas barreiras naturais, como pele e mucosas. Alimentação adequada e balanceada, hidratação e proteção da pele com protetor solar são formas simples de preservar a integridade de uma das mais importantes barreiras de proteção que possuímos. Evitar o que agride as nossas mucosas respiratórias também é básico, como eliminar o hábito de fumar. O cigarro irrita as vias aéreas e nos torna mais vulneráveis a infecções respiratórias. Além disso, infecções respiratórias em fumantes ativos ou passivos (pessoas que vivem com fumantes), são sempre mais graves e difíceis de se tratar. Da mesma forma que o cigarro, o excesso de bebida alcoólica irrita e lesa as células do nosso aparelho digestivo, facilitando a entrada de microrganismos por esta via. Por outro lado, fortalecer a imunidade especifica, ou adquirida, significa treiná-la para o enfrentamento com germes potencialmente perigosos. O melhor treino neste caso são as vacinas. Podemos dizer que as vacinas são o “personal treiner “ do sistema imunológico. As vacinas simulam o encontro com os micróbios agressores e ensinam o nosso sistema imunológico a enfrentá-los, além de manter uma memória para encontros futuros com o mesmo germe. Lembro que as vacinas não são apenas para crianças, mas também para adolescentes, adultos e idosos. A atividade física regular é outra maneira de estimularmos nossas defesas, tanto naturais quanto adquiridas. Evidências científicas contundentes mostram que a atividade física aumenta a resistência a infecções, porém, os excessos são sempre perigosos. Pessoas que se exercitam em excesso podem desenvolver uma doença conhecida como Síndrome do Excesso de Treinamento (Overtraining), a qual em vez de melhor a performance do nosso sistema imunológico, acaba por fragilizá-lo e expô-lo a infecções. Não é incomum atendermos atletas com infecções recorrentes, cuja origem é o excesso de atividade física. Neste casos, o repouso e o descanso são fundamentais. Um bom programa de treinamento sempre privilegia o descanso como parte fundamental do condicionamento físico. Outro elemento fundamental para o nosso sistema imunológico é o sono. A falta de sono, além de gerar transtornos de comportamento, como irritabilidade e falta de atenção, compromete a resposta imunológica e nos fragiliza. Precisamos, em média, de 6 a 8 horas de sono por dia para nos restabelecermos completamente. A hidratação adequada é outro ponto básico para o adequado funcionamento do nosso sistema imunológico. Para que as substancias necessárias ao adequado funcionamento das nossas células cheguem até elas é preciso que estejamos hidratados. A necessidade de água por dia varia de uma pessoa para outra. Em geral, precisamos de cerca de 35ml por quilo de peso. Por exemplo, um indivíduo adulto de 80 quilos deve tomar 2,8 litros de água por dia. Entretanto, essa quantidade pode variar conforme o funcionamento dos rins, tipo de atividade física exercida ao longo do dia, temperatura ambiente etc. O sobrepeso é outro ponto que compromete nosso sistema imunológico de várias maneiras. Tanto a imunidade natural, quanto a adquirida ficam comprometidas em pacientes obesos, principalmente aqueles classificados como obesos mórbidos. A obesidade é um fator de risco importante para infecções, particularmente as infecções virais. Em 2009, quando tivemos a epidemia de H1N1, conhecida com gripe suína, nove de cada 10 pacientes que evoluíram para óbito eram obesos. Portanto, controlar o peso é uma importante maneira de nos protegermos. O estresse físico e mental também nos torna mais frágeis frente a infecções. Estudos de uma área muito sofisticada da ciência, conhecida como psiconeuroimunologia, mostram que pessoas submetidas constantemente a estresse físico e/ou mental têm mais câncer e doenças infecciosas que as pessoas sem essas condições. Esses estudos comprovam as observações do meu avô Lozico, já citado antes nesta coluna: "Preguiça engorda e mata, trabalho demais enche o bolso e o túmulo". Até aqui, vocês devem ter percebido que não falamos em soluções mágicas, como complexos vitamínicos, suplementação alimentar, nem fórmulas nutricionais milagrosas. Falamos do óbvio! Sim, o óbvio tem evidência científica que funciona! O resto carece de evidências de que sejam realmente benéficas, podendo ser até mesmo danosas, ou no mínimo onerosas. Na dúvida, pergunte ao seu médico e jamais se oriente por conselhos de gurus da internet. Seja prudente e desconfie de quem lhe ofereça coisas mirabolantes. Na obra prima de Guimarães Rosa, Grandes sertões veredas, o personagem Riobaldo tem uma máxima: “Não sei de nada, mas desconfio de muita coisa”. Ta
Doutor, preciso aumentar minha imunidade. O que devo fazer?
Alimentação adequada e balanceada, hidratação e proteção da pele com protetor solar são formas simples de preservar a integridade
https://www.uai.com.br/app/noticia/saude/colunistas/carlos-starling/2020/03/07/noticias-saude,256514/doutor-preciso-aumentar-minha-imunidade-o-que-devo-fazer.shtml
quinta-feira, 5 de março de 2020
domingo, 10 de fevereiro de 2019
sábado, 17 de outubro de 2015
Recompensa e sono: duas estratégias para turbinar a memória
Jairo Bouer
Um
estudo sugere que associar o aprendizado a algum tipo de recompensa
ajuda a fazer a informação ficar guardada na memória por mais tempo,
especialmente se isso for seguido de uma soneca.
Segundo pesquisadores da Universidade de Genebra, mesmo uma pequena soneca após absorver uma nova informação faz bem à memória de longo prazo.
A conclusão foi tirada após um experimento com 31 voluntários saudáveis, que passaram por exames de ressonância cerebral enquanto faziam testes para se lembrar de uma série de figuras, sendo que algumas envolviam uma recompensa maior do que outras. Uma parte dos participantes tinha que ficar acordada após a tarefa, enquanto outra podia tirar um cochilo.
Todo mundo lembrou mais das imagens associadas à recompensa maior, mas aqueles que dormiram depois do teste se saíram ainda melhor. Três meses depois um teste-surpresa foi realizado e, de novo, os participantes que haviam cochilado na primeira vez foram os que se lembraram de mais figuras.
O escaneamento cerebral revelou que o grupo que dormiu apresentou uma atividade maior no hipocampo, área associada à formação de memórias. Os dados foram publicados na revista eLife. Esse é só mais um de uma série de experimentos que comprovam que o sono é importante para o aprendizado.
Segundo pesquisadores da Universidade de Genebra, mesmo uma pequena soneca após absorver uma nova informação faz bem à memória de longo prazo.
A conclusão foi tirada após um experimento com 31 voluntários saudáveis, que passaram por exames de ressonância cerebral enquanto faziam testes para se lembrar de uma série de figuras, sendo que algumas envolviam uma recompensa maior do que outras. Uma parte dos participantes tinha que ficar acordada após a tarefa, enquanto outra podia tirar um cochilo.
Todo mundo lembrou mais das imagens associadas à recompensa maior, mas aqueles que dormiram depois do teste se saíram ainda melhor. Três meses depois um teste-surpresa foi realizado e, de novo, os participantes que haviam cochilado na primeira vez foram os que se lembraram de mais figuras.
O escaneamento cerebral revelou que o grupo que dormiu apresentou uma atividade maior no hipocampo, área associada à formação de memórias. Os dados foram publicados na revista eLife. Esse é só mais um de uma série de experimentos que comprovam que o sono é importante para o aprendizado.
Tags : aprendizado cérebro memória recompensa
sábado, 31 de janeiro de 2015
Ácido fólico melhora a memória e protege o cérebro do envelhecimento
Published on June 22, 2005 at 5:15 PM ·Segundo os cientistas, em doses Holland elevada de ácido fólico pode ajudar a retardar o declínio cognitivo do envelhecimento.
O estudo holandês é o primeiro a mostrar que uma vitamina pode realmente melhorar a memória.A pesquisa, que foi lançado esta semana, aumenta as evidências crescentes de que uma dieta rica em ácido fólico é importante para uma variedade de efeitos para a saúde.
A pesquisa sugere que ajuda a prevenir doenças cardíacas e derrames, e já foi comprovada para reduzir defeitos de nascimento.
O novo estudo, entretanto, não mostram o ácido fólico previne Alzheimer como as pessoas que testaram a vitamina não apresentavam sintomas da doença.
Enquanto as pessoas idade, algum declínio na memória e outras funções cerebrais é inevitável, e de acordo com o pesquisador principal do estudo, Jane Durga da Universidade de Wageningen , na Holanda, tendo 800 microgramas de ácido fólico por dia diminuiu de que a fuga de cérebros.
No estudo, 818 pessoas cognitivamente saudáveis idades 50-75 engolido ou ácido fólico ou um placebo durante três anos.
Quando se tratava de testes de memória, diz Durga os usuários suplemento apresentaram escores comparáveis aos de pessoas 5,5 ano mais jovem. Em testes de velocidade cognitiva, o ácido fólico ajudou usuários executar, bem como as pessoas 1,9 anos mais jovens.
Neurocientista Marilyn Albert, da Johns Hopkins University , que preside a Associação de Alzheimer ciência conselho consultivo, dizer que é uma proteção cerebral significativa, conseguida com um suplemento que já é conhecido por ser seguro.
Albert diz que é sabido que a doença de Alzheimer, começa muitos anos antes do aparecimento dos sintomas e as pessoas precisam pensar sobre a saúde do seu cérebro da mesma maneira que eles pensam sobre a saúde do seu coração. Ela diz que vai tomar ácido fólico fornecendo seu médico concorda.
Há agora mais do que bastante pesquisa sugerindo que existem maneiras de proteger o cérebro contra relacionadas com a idade, perda de memória e mal de Alzheimer, tanto assim que a associação começou a oferecer aulas para ensinar as pessoas as técnicas.
Entre estes estão, exercitar o cérebro para construir reserva cognitiva, isto é, aprender a jogar xadrez, ter aulas.
Permanecer socialmente estimulados, exercitando o corpo, e seguindo uma dieta sensata.
Pesquisadores de Alzheimer têm repetidamente recomendado uma dieta saudável para o coração tão bom para o cérebro.
Estudos anteriores mostraram que pessoas com baixos níveis de folato no sangue correm mais risco de doenças cardíacas e função cognitiva diminuída.
Durga diz, embora não esteja claro como o ácido fólico funciona para proteger o cérebro, tem sido sugerido que o folato reduz a inflamação ou possivelmente desempenha um papel na expressão de genes relacionados a demência.
O folato é encontrado em alimentos como laranja e morango, verde-escuro legumes e feijão.
A dose diária recomendada é de 400 microgramas e os médicos geralmente aconselham as mulheres em idade fértil a tomar um suplemento.
sábado, 12 de julho de 2014
Luteolina de nutrientes reduz a doença de Alzheimer
Debbie , Yahoo! Colaborador da Rede
27 de outubro de 2010 "Partilhe a sua voz em sites do Yahoo!. Comece aqui ".
27 de outubro de 2010 "Partilhe a sua voz em sites do Yahoo!. Comece aqui ".
Legumes variados e assessor ervas do cérebro
Doenças do cérebro causados pela idade, como Alzheimer são preocupantes, no entanto, existem muitas maneiras as pessoas podem parar o início. The Journal of Nutrition , acaba de publicar um novo estudo mostrando que a luteolina que é encontrada em legumes variados e ervas, diminui a inflamação no cérebro, que faz com que a memória e disfunção cognitiva.
Quando uma infecção é notado pela primeira vez, os respondedores imunológicos na medula espinhal e do cérebro (microglia ) geralmente começam a fabricar citocinas (moléculas de sinalização) que criam uma ação inflamatória para lidar com o problema. Com a idade de pessoas, as células microgliais começam a enfraquecer em funcionamento o que leva a um lote de fabrico de citocinas e dano cerebral relacionado.
Professor Rodney Johnson, de ciências animais da Universidade de Illinois e escritor de estudo afirma que eles já descobriram que durante o processo de envelhecimento normal, as células microgliais ficam debilitadas e começar a produzir enormes níveis de citocinas inflamatórias. Eles acreditam que isso é o que contribui para o envelhecimento cognitivo e é um fator de influência para a doença degenerativa para se desenvolver.
No entanto, luteolina que é encontrado em alimentos como cenoura, alecrim e óleo de oliva , de forma adequada que uma reação anti-inflamatório natural que impede erráticos células microgliais de causar danos. Mesmo quando o funcionamento normal de microglial está ocorrendo assessores luteolina para proteger os neurônios de células também.
Dr. Johnson explica que os neurônios viver porque a luteolina impediu a produção de mediadores inflamatórios neurotóxicos.
No estudo os pesquisadores compararam dois grupos de camundongos, um grupo consumiu luteolina. Os ratos mais velhos que consumiram luteolina tiveram melhor desempenho em testes de aprendizado e memória do que o outro grupo que não recebeu a luteolina. Os ratos que foram alimentados com a luteolina tinham níveis de citocinas comparáveis aos ratos muito jovens.
Quando luteolina foi dada na dieta de ratos mais velhos, tinha diminuição da inflamação cerebral e também restaurou a memória de trabalho semelhantes aos dos ratinhos jovens.
Segundo o Dr. Johnson, estudos anteriores mostraram que os compostos de plantas como luteolina pode entrar no cérebro. Os investigadores acreditam que luteolina aceder ao cérebro e pára ou diminui a estimulação de células microgliais juntamente com as citocinas inflamatórias em que o fabrico.
A informação a partir deste estudo defende que a alimentação saudável se mantém a possibilidade de diminuir a inflamação relacionada com a idade ligada no cérebro, que irá produzir uma melhor saúde cognitiva.
Hábitos alimentares e doença de Alzheimer
Do Rush Institute for Healthy Aging, pesquisadores Clare Morris, DF e Dr. Denis Evans, realizou uma pesquisa com 6.000 pessoas não afectadas pela doença de Alzheimer, em Chicago. Foram coletadas informações sobre os hábitos alimentares. Em seguida, numa base regular avaliada um subgrupo de sinais da doença. Seus resultados revelaram o seguinte:
Os alimentos em que são ricos em vitamina E foram relacionados com a diminuir o risco de desenvolver a doença de Alzheimer. Os alimentos tinham incluído molho de salada que era à base de óleo de sementes, cereais enriquecidos, vegetais de folhas verdes, melão e nozes.
Também foi descoberto que as pessoas que tinham consumido peixe pelo menos uma vez cada semana tinha uma possibilidade de 60% a menos de desenvolver a doença de Alzheimer. Acredita-se o raciocínio principal para esta ocorrência é o n-3 ácidos gordos poli-insaturados contidos nos peixes.
Com base na informação investigadores recolhidos tinha formado uma ligação entre o consumo elevado de gorduras saturadas e trans insaturados. Isso indica que a limitação total de carnes gordas e produtos lácteos de gordura, como leite, manteiga e gordura vegetais que normalmente é encontrada em biscoitos e bolachas.
Por que certos alimentos ajudam a doença de Alzheimer
Mesmo que a razão exacta pela qual a doença de Alzheimer ocorre ainda é desconhecido, a pesquisa mostra que a oxidação do cérebro ao longo de um período de tempo causar deterioração mental. A vitamina E, que age como um antioxidante só pode interromper o processo. Os ácidos graxos n-3 em peixes partilham um produto químico que é igual as substâncias localizadas na substância cinzenta do cérebro. O assessor de substâncias no envio de sinais para o cérebro que permitem armazenamento de aprendizagem e memória. As gorduras ruins estão ligadas a níveis elevados de colesterol que tem sido mostrado para ser ruim para o coração eo cérebro.
Outros alimentos que auxiliar na prevenção de Alzheimer
Chocolate escuro:
Pesquisadores na Noruega descobriram que os flavonóides contidos no cacau aumentar o fluxo sanguíneo para o cérebro e pode possivelmente se proteger contra condições com redução do fluxo sanguíneo cerebral como a demência. Para obter os melhores benefícios comprar chocolate com baixo teor de açúcar, mas teor de cacau, pelo menos, 70%.
Vinho Tinto:
Os mesmos pesquisadores também afirmaram que o consumo moderado de vinho tem um efeito guardado na função cognitiva. Além disso, diminui os riscos de Alzheimer e demência. Isso ocorre devido às imensas quantidades de flavonóides e outros polifenóis como o resveratrol prováveis que é encontrada em vinho tinto .
Note que a beber álcool em excesso pode ter um efeito adverso que estudos têm mostrado poderia conduzir a demência.
Amêijoas:
Oxford projeto para investigar Memória e Envelhecimento pesquisadores descobriram que idosos que têm baixos níveis de vitamina B12 têm quatro vezes o risco maior de contrair Alzheimer.Moluscos são embalados com vitamina B12.
Espargos:
Em 2008, um estudo coreano descobriu que pessoas que tinham deficiência foliate tinha três meias e vezes mais probabilidade de desenvolver demência.
Nozes:
Pesquisadores do USDA Jean Mayer Centro de Pesquisa de Nutrição Humana no Envelhecimento, defendem uma dieta moderada de nozes para melhorar habilidades motoras e cognitivas.
O raciocínio é nozes contêm grandes quantidades de ômega-6 e é rica em ácido linoléico, que pode levar a compostos inflamatórios sendo desenvolvido e menos anti-inflamatório gorduras omega-3 no organismo quando o ômega-6 e ômega-3 relação está fora de pia.
Cerejas:
Os cientistas descobriram cerejas contêm compostos antioxidantes que contêm propriedades anti-inflamatórias que poderiam atuar como medicamentos para a dor.
Cúrcuma:
Placa que está localizado no cérebro é acreditado para adicionar à degradantes das células cerebrais que conduzem à doença de Alzheimer. Um estudo mostrou que a curcumina, que é em cúrcuma é eficaz na remoção da placa a partir do cérebro.
Maçãs:
Maçãs nas quais contêm quercetina em suas cascas foram descobertos para proteger o cérebro contra a doença de Alzheimer.
Alguns outros alimentos alternativos na prevenção de Alzheimer
Para flavonóides lembrar que os alimentos contêm quantidades elevadas lembre-se quanto maior a cor dos mais flavonóides estão presentes, como cerejas, chá verde e vinho tinto.
Outros frutos do mar que é rica em vitamina B12 são vieiras , peixe, camarão, mexilhões, ostras, fígado e mais carne.
Os folatos também pode ser encontrada na couve-flor, brócolis, beterraba, vegetais verdes folhosos, como espinafre.
Outras nozes úteis incluem amêndoas , avelãs, nozes, amendoim, pistache.
Outras frutas, além de cerejas com antioxidantes e anti-inflamatórias incluem mirtilos, framboesas e morangos.
Publicado por Debbie
Deb está actualmente a
escrever artigos para revistas. Igualmente caracterizado como Detroit
Medicina Alternativa Examinador, Examinador de Saúde da Mulher e da
âncora para todas as vozes. . Também editor da revista nova "Cherokee
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