quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012


Dieta para melhorar a memória


memoria
Sempre que tocamos no assunto dieta nosso principal objetivo é o emagrecimento. Pois saiba que recentes estudos confirmaram que a ingestão de certos alimentos também pode ajudar a manter a mente lúcida.
Consumir gordura saudável e evitar as gorduras que prejudicam o organismo além de nos proteger de doenças do coração, talvez tambémreduzam o risco de sofrer de Alzheimer, condição que provoca a perda gradativa de memória.
Assim que adicione a sua dieta gorduras monoinsaturadas e poliinsaturadas. As gorduras monoinsaturadas estão presentes no azeite de oliva, abacate, creme de amendoim.
Já as poliinsaturadas poderão ser encontradas nos peixes gordos, azeites vegetais como o de girassol ou de milho.
Abuse dos ovos, peixes, soja, nozes, espinafre já que esses alimentos possuem um nutriente capaz de ajudar a formar uma substancia química do cérebro implicada na memória.
Evite gordura saturada encontrada no leite, manteiga, azeite de coco e nas carnes vermelhas. Evite também os açucares simples encontrados nos doces e refrigerantes.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012


Manter a Memória com Tiamina (vitamina B1)

O milho é uma eficaz fonte de tiamina (vitamina B1), fornecendo cerca de um quarto (24,0%) do valor diário (DV) desse nutriente, num único copo. 

A tiamina é um participante integral nas reacções enzimáticas centrais de produção de energia e também é fundamental para as células do cérebro e para a função cognitiva. 

Isto sucede porque a tiamina é necessária para a síntesede acetilcolina (substância química que actua como neurotransmissor essencial para a memória, transmitindo impulsos nervosos entre as células do sistema nervoso) e cuja falta foi descoberta por ser um factor contributivo e significante relacionado com a idade, em função da insuficiência mental (senilidade) e da doença de Alzheimer. 
Na verdade, a doença de Alzheimer caracteriza-se clinicamente por uma diminuição dos níveis deacetilcolina. 

Não esquecer pois de utilizar o milho, em toda e qualquer dieta saudável.

Apoio à Produção de Energia, mesmo sob Stress

Além da tiamina, o milho é uma magnífica proveniência de ácido pantoténico. Esta vitamina B é necessária para os carboidratos, para as proteínas e para o metabolismo lipídico. 

O ácido pantoténico é especialmente aconselhável para quando uma pessoa está sob stress, uma vez que suporta a função das glândulas supra-renais. 
Uma chávena de milho produz 14,4% do ácido pantoténico necessário diariamente (DV).

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012


Como nossa memória funciona

Como nossa memória funciona
Por Dr. Bernard Croisile.

A maneira como nosso cérebro armazena, mantém e acessa a memória é um processo fascinante. Apenas recentemente é que neurocientistas e pesquisadores acadêmicos começaram a realmente entender como esse processo complicado funciona. As informações que chegam até nós são processadas de três formas primárias:
  • Memória Sensorial – A memória sensorial é usada para descrever nossa habilidade de reter impressões de informações que chegam através dos nossos cinco sentidos. Uma memória sensorial pode existir para qualquer desses canais sensoriais:
    • Memória visual | visão
    • Memória auditiva | audição
    • Memória tátil | tato
    • Memória olfativa | olfato
    • Memória gustativa | paladar
Cada um desses tipos de memória é importante e deficiências em qualquer um deles pode tornar certas tarefas mais difíceis. Por exemplo, deficiências na memória visual podem afetar sua habilidade de ler e escrever. Deficiências na memória auditiva podem afetar sua habilidade de compreender palavras ou lembrar informações que foram apresentadas verbalmente.
Um dos maiores fatores que separa a memória sensorial dos outros tipos de memória é que esse tipo de memória é geralmente armazenado no seu cérebro por menos de dois segundos. Essa breve janela de tempo nos dá tempo suficiente para processar, analisar e interpretar a mensagem que chega. Se julgarmos a informação importante o suficiente, nós a movemos para o próximo tipo de armazenamento.
  • Memória de Curto Prazo / Memória de Trabalho – Quando a informação é julgada importante, nós a movemos da memória sensorial para nossa memória de curto prazo. Através da memória de curto prazo, a maioria dos seres humanos pode lidar com aproximadamente 7 informações durante uns 30 segundos. Podemos estender esse período “ensaiando” a informação, repetindo os pensamentos em nossa mente, o que ajuda a movê-la para a memória de longo prazo. A maioria das informações é perdida (esquecida) na memória de curto prazo. Os limites da memória de curto prazo tornam impossível para qualquer um lembrar tudo que experimentam. Até pessoas com “memória fotográfica” não conseguem se lembrar de tudo, ao contrário da crença popular.
  • Memória de Longo Prazo – Se a informação tiver sorte o suficiente de sobreviver os primeiros dois estágios, ela terá a chance de ser processada e encontrar um lugar em sua memória de longo prazo. Uma metáfora comum é que a memória de longo prazo é a biblioteca do cérebro. Como uma biblioteca tradicional, a informação na memória de longo prazo é classificada, arquivada e indexada de diversas formas. Porque somos criaturas espaciais, e na maior parte organizamos nossas vidas baseadas no tempo, nossas memórias de longo prazo são organizadas por data e hora cronologicamente. O sistema de catalogação de longo prazo do nosso cérebro é complexo, mas é composto por três componentes chave:
    • Memória semântica: A parcela da memória de longo prazo que cuida de formular nossas ideias, significados e conceitos.
    • Memória processual: A parcela da memória de longo prazo que nos ajuda a lembrar como fazer as coisas.
    • Memória episódica: A parcela da memória de longo prazo que se refere à nossa habilidade de resgatar experiências pessoais do nosso passado.
Temos que admitir, esse é um resumo muito breve do que compõe nossa memória e de forma alguma é exaustivo. Além disso, existem definições especiais dentro da memória que fogem da esfera dessa progressão de três estágios. Por exemplo, existe um aspecto da memória que descreve o aumento de sensibilidade da nossa mente subconsciente a certa informação quando nós somos expostos a ela diversas vezes ao longo de um período de tempo. Um exemplo do mundo real é nossa habilidade crescente de lembrar melhor o nome de um colega de trabalho depois que você o ouviu pela quinta vez, ao invés de quando ouviu pela primeira vez.
Estudos mostram que nossa memória melhora com a prática e fazer jogos de memória é uma ótima maneira de se conseguir justamente isso, e de se proteger do declínio cognitivo.  Experimente e você rapidamente estará na direção de melhorar sua memória.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Reavivar nossa memória - Pa. Vera Cristina Weissheimer *





Há muitas coisas das quais nos esquecemos. Há outras tantas que precisam ser recordadas sempre de novo para que a gente não esqueça da sua importância. Há ainda aquelas que fazemos questão de esquecer.
Nas sociedades antigas era comum encontrar pessoas que tinham a função de guardar a memória do grupo. Eram "homens-memória", contadores de história. Eles eram pessoas importantíssimas, porque acreditava-se que o futuro de uma sociedade dependia da memória que ela mantinha de seu passado. Quem controlava a lembrança influenciava decisivamente o futuro.
Já em tempos remotos se sabia que o lembrar e o esquecer são fundamentais para a vida. Aquilo que é constantemente lembrado acaba se impondo como verdade, e aquilo que se esquece simplesmente desaparece - é como se nunca tivesse existido.
Mas a lembrança não é só uma forma de trazer para o presente algo que aconteceu no passado. A lembrança é sempre uma volta ao passado a partir do que vivemos hoje, a partir do que somos hoje. Lembrar é um exercício de vida. A memória tem o poder de criar sentido para situações da vida que não têm sentido. Nas situações em que a realidade parece sugerir que tudo acabou, a memória tem o poder de produzir sentidos, de indicar caminhos.
É preciso refrescar em nossa memória o significado da Páscoa para que possamos saber por que vamos celebrar, e o que vamos celebrar.
O povo judeu, por exemplo, tinha que manter viva a memória dos filhos, e dos filhos dos filhos, sobre como Deus os libertara da escravidão no Egito. Essa memória é reavivada até hoje no ritual da Páscoa judaica, quando se come a carne de cordeiro (pesach), o pão sem fermento (matzá) e as ervas amargas (maror). No final, tomam-se quatro taças de vinho como lembrança da liberdade e das esperanças renovadas.
Em Êxodo 13.14 está escrito: "Amanhã, quando seu filho lhe perguntar: 'Que significa isso?', você lhe responderá: Com mão forte Javé nos tirou do Egito, da casa da escravidão".
Será que nos preocupamos dessa forma tão pedagógica em ensinar para nossos filhos e os filhos de nossos filhos qual o sentido da Páscoa cristã? Também nela reavivamos nossa memória.
A reflexão sobre a morte de Jesus é um desses momentos densos e intensos. São histórias que nos exigem um exercício profundo de memória, no qual a tragédia da morte se transforma em força, em energia, em vida. A comunidade que consegue manter viva na memória a trajetória de Jesus mantém também vivo o desafio de ser sinal nesse mundo. Somos deste mundo e neste mundo vivemos; é aqui que temos que dar sinais de nossa vida e testemunho cristãos.
O texto do Evangelho de João 19.17-30, que descreve o momento em que Jesus carrega a sua cruz em direção ao Gólgota (palavra hebraica que quer dizer "lugar da caveira"), é um exemplo desse exercício de memória. Parece uma peça de teatro na qual os movimentos e os símbolos falam mais que as palavras. Jesus é portador de uma proposta que não tinha lugar nos centros do poder da época.
Estamos vivendo o tempo da Quaresma, as quatro semanas que antecedem o domingo da Páscoa. É tempo de nos prepararmos para silenciar e refletir sobre como tem andado nossa vida.
Para compreender a ressurreição é preciso ter preparo interior, sensibilidade e simplicidade. Porque a ressurreição não é o reavivamento de um cadáver, mas sim a explosão da certeza de que há um novo caminho. Porém, enquanto estivermos ocupados em fazer orações só para nós mesmos, enquanto preferirmos garantir somente o nosso pão, ao invés de partilhar para que a mesa seja comunitária, não compreenderemos o significado do que aconteceu naquele domingo.
Esses quarenta dias são um tempo para nos tornarmos melhores, um tempo para experimentarmos a partilha, e não a divisão. A diferença está no fato de que na divisão todos recebem a mesma coisa, ainda que alguns tenham necessidade maior do que outros. Na partilha, cada um recebe conforme a sua necessidade, conforme a sua fome.
Nesse período de penitência, vamos pedir perdão por todas as vezes em que nos tornamos agentes de morte; por nossa incapacidade de seguir um caminho conjunto; por nossa incapacidade de trabalharmos juntos; por nosso egoísmo e nossos ciúmes.
Páscoa é a descoberta de um novo caminho, mas essa é uma trilha que só faz sentido para quem se aventura a caminhar por ela.

* Vera Cristina Weissheimer é pastora na Paróquia Centro - SP

quarta-feira, 30 de novembro de 2011


Técnica de estimulação do cérebro pode reverter Alzheimer

IG 29/11/2011 00h00
 
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Acreditava-se que o encolhimento do cérebro, a deterioração de suas funções e a perda de memória associados ao Mal de Alzheimer eram irreversíveis. A equipe da Universidade de Toronto, no entanto, está usando uma técnica conhecida como Estimulação Cerebral Profunda, que envolve a aplicação de eletricidade em certas regiões do cérebro.
Em dois pacientes, o processo esperado de deterioração da área do cérebro associada à memória não apenas foi revertido como também voltou a crescer. As conclusões do estudo foram anunciadas durante uma conferência da Society for Neuroscience em Washington, nos Estados Unidos, em novembro, mas ainda não foram publicadas.
A Estimulação Cerebral Profunda vem sendo usada em milhares de pacientes com Mal de Parkinson e, mais recentemente, Síndrome de Tourette e depressão. No entanto, não se sabe ainda com precisão como a técnica funciona.
O procedimento é feito sob anestesia local. Um exame de ressonância magnética identifica o alvo dentro do cérebro. A cabeça é mantida em uma posição fixa, uma pequena região do cérebro é exposta e eletrodos são posicionados próximo à região do cérebro a ser estimulada. Os eletrodos são conectados a uma bateria que é implantada sob a pele perto da clavícula.
Comentando o novo estudo, o professor John Stein, da Universidade de Oxford, na Inglaterra, disse: "A maioria das pessoas diria que não sabemos por que isso funciona". A teoria de Stein é que, no Mal de Parkinson, células do cérebro ficam presas em um padrão de descargas elétricas seguidas por silêncios e, depois, novas descargas.
A estimulação contínua e em alta frequência perturbaria esse ritmo, sugere o especialista. Ele admite, no entanto, que "nem todo mundo aceitaria essa descrição".
Mistério
Sabe-se ainda menos sobre que papel a estimulação do cérebro poderia ter sobre o Mal de Alzheimer. Na doença, a região do cérebro conhecida como hipocampo é uma das primeiras a encolher. Nela funciona o centro de memória, convertendo memória de curto prazo em memória de longo prazo.
Danos a essa região produzem alguns dos primeiros sintomas do Mal de Alzheimer: perda de memória e desorientação. Nos estágios finais da condição, células morreram ou estão morrendo em todo o cérebro.
O estudo canadense envolveu seis pacientes com a condição. A estimulação foi aplicada ao fórnix, a parte do cérebro que leva mensagens ao hipocampo.
O chefe do estudo, Andres Lozano, disse que o grau esperado de encolhimento do hipocampo em pacientes com Alzheimer é em média 5% ao ano. Após 12 meses de estimulação, um dos pacientes teve um aumento de 5% e, outro, 8%. "Quão importantes são esses 8%? Imensamente importantes. Nunca vimos o hipocampo crescer em (pacientes com) Alzheimer em nenhuma circunstância", disse Lozano à BBC. "Foi uma descoberta incrível para nós. Esta é a primeira vez que se demonstra que a estimulação do cérebro em um ser humano faz crescer uma área do seu cérebro."
Em relação aos sintomas, o especialista disse: "Um dos pacientes está melhor após um ano de estimulação do que quando começou, então seu Alzheimer foi revertido, digamos assim".
Lozano disse que experimentos feitos em animais demonstraram que esse tipo de estimulação pode criar mais células nervosas. Stein disse estar "muito animado" com os primeiros resultados, mas o fator crítico seria poder demonstrar "se suas memórias melhoraram".
Milhares de pacientes com Mal de Parkinson já foram tratados com Estimulação Cerebral Profunda. A médica Marie Janson, da entidade beneficente britânica Alzheimer's Research UK, disse que seria significativo se o encolhimento do cérebro pudesse ser revertido. "Se você pudesse retardar o começo do Alzheimer por cinco anos, você cortaria pela metade o número de pessoas afetadas".
Para testar se a técnica está realmente funcionando e se assegurar de que o resultado obtido não foi um simples acaso, a equipe canadense vai fazer uma pesquisa maior.
"Uma palavra de cautela é apropriada, isto é apenas o princípio e um número muito pequeno de pacientes está envolvido".
Em abril, os pesquisadores pretendem inscrever cerca de 50 pacientes com grau médio de Alzheimer. Todos terão eletrodos implantados, mas apenas metade terá os aparelhos ligados. A equipe vai comparar os hipocampos dos dois grupos para verificar se existem diferenças.
Eles estão estudando especificamente pacientes com graus leves de Alzheimer porque dos seis pacientes estudados, apenas os dois que tinham sintomas leves melhoraram. Uma teoria que estão considerando é que após um certo grau de danos, pacientes atingem um ponto a partir do qual não existe retorno.


terça-feira, 4 de outubro de 2011

TOMATE FORTALECE A MEMÓRIA



Já se sabe que ele é rico em licopeno, antioxidante que previne o câncer e impede a formação do mau colesterol.

Mas um estudo recente, da Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos, comprovou que o tomate também é fonte de ÁCIDO FERÚLICO, que preserva os neurônios da degeneração provocada pelo stress oxidativo, protegendo contra os males de Alzheimer, de Parkinson e a demência senil.

 "Duas unidades por dia são suficientes para retardar o aparecimento dessas doenças em quem apresenta predisposição genética a elas", diz o endocrinologista Wilmar Accursio, presidente da Sociedade Brasileira de Antienvelhecimento.

Como o fruto é um dos alimentos que mais retêm agrotóxicos em sua casca, prefira os orgânicos.



Ácido Ferúlico

Para acessar a matéria, clique no seguinte LINK:

http://www.dermage.com.br/dermage/paginas/estudo-acido-ferulico.pdf


LEIA MAIS:

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/saude/conteudo_238080.shtml